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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Trojan causou queda de avião na Espanha

“Ah, ter vírus no meu computador só vai deixá-lo mais lento”. Essa é a visão de muita gente. Para as 154 pessoas mortas por uma queda de avião após decolagem no aeroporto de Madrid-Barajas em 2008, é algo bem mais importante do que desempenho.



Segundo uma investigação, os computadores em terra que verificam problemas técnicos estavam infectados com um trojan, ou seja, o vírus “bloqueou” a exibição de três problemas técnicos que, não fosse ele, teriam impedido a decolagem do avião. As autoridades estão tentando descobrir como o trojan entrou no computador.

Algumas teorias. Se for verificado que a culpa foi do usuário (em deixar o trojan infectar o computador), qual será a punição, nos termos da lei espanhola, contra ele? Demissão, homicídio culposo (sem intenção de matar), ou o quê? Sei que a culpa pode não ter sido dele, mas um malware ser a causa da queda de um avião é algo que me deixa um pouco incomodado para voar…

Fonte: Gizmodo.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Conheça sites úteis que podem auxiliar sua navegação segura na rede

Colunista lista links úteis para identificar vírus, por exemplo. Deixe suas dúvidas, críticas e sugestões na área de comentários.

Ao longo de sua existência, a coluna Segurança para o PC já mencionou diversos sites úteis para obter informações e realizar tarefas que ajudam na proteção do PC. Um leitor sugeriu que a coluna fizesse uma lista de 10 sites legais desse tipo e, hoje, a coluna atende o pedido, mostrando alguns sites que podem auxiliar na sua navegação na web e na segurança do computador.

VirusTotal/Jotti Malware Scan


Reprodução/Reprodução

Não é possível ter 40 antivírus no seu computador, mas é possível usar o VirusTotal sem instalar nenhum programa. (Foto: Reprodução)

Quando um arquivo é baixado de algum site ainda desconhecido que não dá para confiar muito, o VirusTotal e o Jotti Malware Scan podem ajudar a descobrir se há algum risco de infecção.

Ao enviar um arquivo para um desses sites, ele é examinado em vários antivírus, permitindo uma análise muito mais profunda sem que você precise ter vários softwares instalados no seu próprio PC – o que, vale lembrar, não é recomendado devido aos possíveis conflitos que podem ocorrer entre os softwares.

Dr. Web URL Scan
Diferentemente do VirusTotal e do Jotti Malware Scan, que só analisam um arquivo que você envia a partir do seu disco rígido, o Dr. Web URL Scan analisa um link. Em outras palavras, você pode verificar um arquivo na internet sem precisar baixá-lo e correr o risco de ser infectado por alguma brecha dia zero, por exemplo.

Scanners On-line
Há ainda outra categoria de softwares antivírus on-line: os que podem analisar os arquivos no disco do seu computador.

Clicando aqui você pode ver uma lista de dez softwares antivírus que fazem análise on-line gratuita no seu PC. Veja aqui uma lista dos principais fabricantes:

Norton Security Scan (Symantec)
McAfee FreeScan
TrendMicro Housecall
F-Secure On-line Scanner

Antes de usar um desses softwares, lembre-se de desativar o antivírus que você tem no seu PC – e também de ativá-lo novamente depois que análise on-line terminar. Esses antivírus on-line não têm recurso de proteção em tempo real.

Microsoft Update Catalog

Site da Microsoft oferece um catálogo das atualizações para download. (Foto: Reprodução)

É fácil atualizar o Windows por meio do Microsoft Update das atualizações automáticas. Porém, os programas de instalação das atualizações não ficam no computador. Para quem precisa gerenciar muitos computadores ou quer continuar com as atualizações, fica complicado. Então, como baixar as atualizações de segurança da Microsoft para instalar em vários computadores?

É esse problema que o Microsoft Update Catalog busca resolver. O site permite que você adicione atualizações de segurança para qualquer versão do Windows a uma “cesta” de downloads. Depois, o download de todas as atualizações pode ser feito de uma vez só e armazenado para uso em vários computadores.

O Microsoft Update Catalog substitui a versão “Corporate” do antigo Windows Update.

Coral Cache

Servidores do Coral são distribuídos pelo mundo todo. (Foto: Reprodução)

O site que, ao ser mencionado por esta coluna, desencadeou a sugestão do leitor para criar uma lista. O Coral é um “cache proxy”. Ele age como intermediário entre você e o site que está sendo visitado. Mas ele não simplesmente acessa o site – ele também armazena as páginas e os arquivos. Isso significa que o site verá apenas um acesso mesmo se 500 pessoas visitarem a mesma página pelo Coral.

O Coral é muito utilizado por usuários de sites como Digg e Slashdot, que agregam notícias de outros sites por meio de links. Esses sites recebem uma quantidade de tráfego muito grande, mas apontam para páginas em toda internet – páginas que muitas vezes não estão preparadas para receber esse tráfego. O que acontece então é que as páginas ficam inacessíveis, e os usuários não conseguem ver o conteúdo postado.

Muitos usuários, para poupar as páginas “linkadas”, usam o Coral. Com isso, o site recebe bem menos tráfego, e consegue aguentar todos os acessos. Mesmo se ele vier a cair, o conteúdo ainda fica armazenado no Coral, possibilitando que ele ainda seja acessado.

Para usar o Coral, basta acrescentar “.nyud.net” no final do domínio de um endereço. Veja como fica o site principal do G1 e o site da editoria de tecnologia do G1:

http://g1.globo.com >>> http://g1.globo.com.nyud.net

http://g1.globo.com/g1/tecnologia/ >>> http://g1.globo.com.nyud.net/g1/tecnologia/

Cabe uma observação de segurança: jamais acesse um site no qual você tem credenciais de acesso (login/senha). Como tudo fica armazenado em cache no Coral, isso significa que, se você acessar uma página protegida por senha, ela ficará armazenada nos servidores do Coral para qualquer um ver.

Verificação On-line do Conficker
Para determinar se você está infectado com o vírus Conficker, o vírus que mais infectou computadores.

Ao acessar essa página, ela mesma explica o que as imagens significam. Se o navegador não conseguir carregar as três imagens superiores, ou a primeira e a terceira, provavelmente é sinal de infecção.

Essa análise é possível devido ao bloqueio que o Conficker realiza. Ao tentar carregar uma imagem a partir do site das empresas de segurança, a impossibilidade

Whois 

Whois.sc indica até o país a qual um endereço IP pertence. (Foto: Reprodução)

O Whois (“quem é?”) é um serviço que permite obter mais informações sobre um site de internet ou sobre um endereço IP. É possível saber, por exemplo, quem é o responsável pelo site ou pelo endereço. Com isso, é possível determinar, às vezes, se um site é confiável.

Existem diversos sites para obter a informação de Whois. A coluna recomenda o “whois.sc”, pela facilidade de uso. Basta digitar:

http://whois.sc/enderecodosite.com

E você verá as informações na tela. Tente:

http://whois.sc/microsoft.com

Note que alguns sites terão informações limitadas nesse serviço. Sites terminados em “.br”, por exemplo, terão pouquíssimas informações ali. No caso do Brasil, o ideal é pesquisar no Registro.br (http://registro.br). Outros países e terminações possuem outros serviços que darão mais informações do que esse whois “genérico” prestado pelo whois.sc.

Pesquisa de CNPJ
Seguindo a dica do Whois em sites brasileiros, temos a pesquisa de CNPJ. Quando um site for comercial, provavelmente o Whois (no Registro.br) informará, além de um número de telefone, o número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) da empresa. Você pode consultar esse número no site da Receita Federal para obter informações como endereço de cadastro da empresa, data de abertura e atividade comercial.

Sites falsos costumam usar números de CNPJ de outras empresas, sem atividade comercial relacionada com a venda dos produtos em questão. Em outros casos, o site pode mentir que existe por mais tempo do que existe de fato, e, pela data de abertura da empresa, você pode determinar isso. Isso é especialmente útil para saber se você pode confiar em uma loja de comércio eletrônico.

Catálogo de Fraudes do CAIS/RNP
O Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança (CAIS) da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) mantém um catálogo com os principais e-mails maliciosos brasileiros que circulam na rede. Se você recebeu um e-mail do qual desconfia, pode consultar o catálogo para verificar se há algum registro. Você também pode colaborar encaminhando a fraude para o CAIS, caso ela ainda não conste na lista.

Down for Everyone or Just Me?
Quem nunca quis saber se um site está off-line para todo mundo ou se é problema na conexão? O site Down for Everyone or Just Me procura responder exatamente essa pergunta.

Basta digitar o endereço de um site e a página dirá se o site está acessível.

Uma dica de uso: em computadores infectados, sites de companhias antivírus ficam bloqueados. Se você não consegue acessar um site de um fabricante antivírus, vale verificar, por meio desse site, se existe algum problema geral ou se é apenas no seu computador – e isso pode indicar uma infecção. 
 
FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1519961-6174,00.html

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Botnet ‘Chuck Norris’ ataca roteadores e modems DSL

Malware infecta equipamentos que possuem senha padrão de administrador e podem direcionar usuários de PCs para sites maliciosos.


Se você não mudou a senha padrão do roteador da sua casa, pode estar prestes a receber a visita indesejada do Chuck Norris – um botnet  descoberto por pesquisadores tchecos, que se espalhou graças ao grande número de roteadores e modens DSL com configurações precárias, de acordo com o chefe do departamento de segurança de rede da Universidade Masaryk, Jan Vykopal.

O malware recebeu a alcunha de Chuck Norris devido a um comentário em italiano no código fonte: “in nome di Chuck Norris” (em nome de Chuck Norris).

Especialistas dizem que vários tipos de botnets infectaram milhões de computadores ao redor do mundo, mas o Chuck Norris é incomum porque afeta os modens DSL e os roteadores, em vez dos PCs, usando a senha padrão de administrador dos equipamentos.
Para infectarem os aparelhos, basta que eles usem a senha padrão e estejam configurados para permitir acesso remoto. O botnet explora sobretudo uma  vulnerabilidade dos dispositivos da fabricante D-Link, segundo Vykopal. Um representante da D-Link negou ter conhecimento do botnet, e a empresa ainda não comentou  a questão.

Segundo Vykopal, assim como outro botnet de roteador, chamado Psyb0t, o Chuck Norris pode infectar dispositivos baseados em MIPS que rodem sistema operacional Linux, disse Vykopal.  A combinação Linux/MIPS é amplamente usada em roteadores e modens DSL, mas o botnet também ataca receptores de TV por satélite.

Vykopal não sabe o alcance do botnet, mas disse que há evidências de que máquinas infectadas “estão se espalhando pelo mundo, da América do Sul à Ásia. O botnet atingiu diversas redes de servidores de provedores de internet e operadoras de Telecom”, afirmou.

No momento, máquinas infectadas com o Chuck Norris podem ser usadas pra atacar outros sistemas na internet,através dos famosos DDoS,  ataques distribuídos de negação de serviço. O botnet pode fazer uso também de  um “descobridor” de senhas, em outro computador, para mudar o sistema de nome de domínio (DNS) do roteador. Com esse ataque, vítimas pensam que se conectarão ao Facebook ou Google, mas acabam em páginas maliciosas que tentam instalar vírus nas máquinas.

Uma vez instalado na memória do roteador, o malware bloqueia a comunicação remota e começa a analisar a rede em busca de outras máquinas vulneráveis. Por estar presente na RAM do roteador, o Chuck Norris pode ser apagado com uma reinicialização do dispositivo.

Usuários que não querem ser infectados podem minimizar os riscos  através de ações simples. Entre elas, o uso de senhas fortes no roteador e no modem. Também é possível acabar com o problema atualizando o firmware do dispositivo e desativando a possibilidade de acesso remoto.

Nos últimos anos, hackers começaram a olhar para dispositivos como roteadores, que não são propriamente seguros, disse Vykopal. “Eles não são regularmente atualizados, mesmo com pacotes disponíveis”. E estão continuadamente conectados à internet, durante dias e meses”, disse.
No futuro, ele espera que mais malwares ataquem os aparelhos.

Fonte: Pc World

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Microsoft lança pacotão de atualizações para corrigir 26 vulnerabilidades

Uma das atualizações responde a problema com arquivos “.avi". Colunista avalia pesquisa que aponta infecção em 32% dos computadores.

Em janeiro, a Microsoft lançou apenas um boletim no pacote mensal de correções. Depois de um boletim emergencial para eliminar uma brecha crítica no Internet Explorer, a empresa disponibiliza agora, em fevereiro, um “pacotão” de correções: são 13 boletins eliminando 26 vulnerabilidades. A maior parte dos problemas encontra-se em componentes variados do Windows – no DirectShow (responsável pela exibição de vídeos), no SMB (compartilhamento de arquivos) e até no Paint. O Office também recebeu duas atualizações.

Também esta semana: 32% dos computadores com antivírus estão infectados, Plugin para o Firefox acompanhava cavalo de troia.

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc.), vá até o fim da reportagem e deixe-a na seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras. 
>>> Microsoft lança 13 boletins para corrigir 26 vulnerabilidades
O pacote mensal de atualizações da Microsoft chegou nesta terça-feira (9) – a segunda terça-feira útil do mês, como de costume. A empresa publicou 13 boletins de segurança, detalhando 26 vulnerabilidades que foram eliminadas por atualizações para o Windows e para o Office.

Dois boletins (MS10-003 e MS10-004) resolvem problemas no Office, um deles especificamente no PowerPoint. Essas falhas permitem que código malicioso seja executado no PC quando um arquivo for aberto nos programas do Office.

Uma falha grave no Paint também foi corrigida. Se explorada, a brecha possibilita que um arquivo JPEG, quando aberto no Paint, resulte em infecção do PC. A Microsoft não considera a falha grave porque o Paint não é o programa padrão para visualizar imagens no Windows. Um invasor teria de convencer o usuário a abrir a imagem no Paint.

No Windows, foram eliminados problemas no kernel (o “coração” do sistema), no protocolo de compartilhamento de arquivos, na rede TCP/IP e no DirectShow, entre outros componentes. A Microsoft ressaltou a gravidade da falha no DirectShow, que foi considerada “crítica”: ela permite que um arquivo de vídeo “.avi”, quando aberto, infecte o sistema.

Arquivos de vídeos são normalmente seguros. A maioria dos usuários não suspeita que possa existir um vírus em arquivos desse tipo. Normalmente, isso não é possível, exceto quando uma brecha como a que foi corrigida na terça-feira é encontrada. A Microsoft deu à vulnerabilidade um “índice de exploração” 1, o mais grave, o que significa que a brecha provavelmente será explorada por criminosos.

Uma das falhas, descrita no boletim MS10-009, permite que um sistema Windows com IPv6 seja comprometido pela rede – um cenário clássico de invasão sem nenhum envolvimento do usuário. No entanto, há complicações que dificultam a exploração da falha. Muitos PCs nem mesmo tem um acesso IPv6 à internet. O IPv6 é o protocolo de conexão que irá substituir o atual IPv4, num esforço para resolver o problema de escassez de endereços disponíveis na internet.

Em janeiro, a Microsoft havia lançado apenas um boletim de segurança. O segundo boletim do ano, MS10-002, foi disponibilizado em caráter emergencial para corrigir a brecha no Internet Explorer usada na Operação Aurora.

A aplicação das atualizações é necessária para manter o computador seguro. O uso do recurso de atualizações automáticas, configurável no Painel de Controle, é recomendado. É a maneira mais fácil de receber as atualizações corretas todos os meses sem se preocupar. Vá no Painel de Controle, entre em Atualizações Automáticas e verifique se o recurso está ativado. 

>>> 32% dos computadores com antivírus está infectado
De acordo com um relatório da empresa de segurança SurfRight, um contingente de 32% dos computadores com antivírus instalado e atualizado tem algum tipo de infecção. Entre os computadores sem antivírus, 46% estavam infectados. O relatório mostra que a proteção antivírus já não é suficiente para proteger os internautas dos perigos da web.

No entanto, a pesquisa “tende” um pouco para esse resultado. Ela foi conduzida com base no uso da ferramenta Hitman Pro 3, da própria SurfRight, que combina sete tecnologias antivírus. Normalmente, usuários que buscam essa solução já estão com algum tipo de problema no computador.

Usuários com o Service Pack mais recente para sua versão do Windows estavam menos infectados. A versão do Windows com menos infecções foi o Service Pack 2 do Windows Vista (23% na versão 32-bit e 22% na 64-bit). O Windows 7 ficou com 33% na versão 32-bit e 24% na versão 64-bit.



>>> Plugin para o Firefox acompanhava cavalo de troia
A Mozilla alertou que o plugin “experimental” Master Filler, para o Firefox, vinha acompanhado do cavalo de troia Bifrose que, entre suas funções, dá acesso total do computador para o invasor. O plugin foi retirado do site oficial de download de plugins.

Anteriormente, a Mozilla havia afirmado que o plugin Sothink Video Downloader também estava infectado, porém com o cavalo de troia LdPinch. Uma análise mais aprofundada conduzida pela organização mostrou que o plugin na verdade não tinha infecções.

A mesma análise concluiu que o Master Filler realmente tinha o cavalo de troia Bifrose. O plugin teve cerca de 700 downloads até ser retirado do ar no dia 25 de janeiro.

Não é a primeira vez que um plugin da Mozilla está infectado. Em 2008, o pacote de idioma vietnamita para o Firefox também incluía um código malicioso.

Fonte: G1



quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Vírus: Falso aplicativo do Orkut promete dar "superpoderes" aos usuários

Imagine um aplicativo do Orkut que dê acesso à lista completa de quem visitou o seu perfil, com todas as páginas que os visitantes clicaram.
Pense em uma conta Premium que mostre todas as fotos, recados e vídeos de todos os usuários da rede social, mesmo os que estão trancados. 

Pois esse "plugin" não existe, mas vem gerando tumulto na internet brasileira.
Um falso aplicativo ("Orkut Ouro") pede para que os internautas mandem nome completo, e-mail de cadastro no site, nome de três comunidades e dois amigos da lista e a senha de usuário, para "testar o serviço por 7 dias totalmente de graça".
O Google alerta: trata-se de uma montagem. Felix Ximenes, diretor de comunicação da companhia no Brasil, diz que 'o Google já está tomando as devidas providências". "Não é uma ação nossa. Alguém está se fazendo passar por nós', diz.
A companhia recomenda ainda que usuários não deem sua senha, tampouco dados.
Segundo o Google, o Orkut tem 80 milhões de usuários. 

O anúncio do Orkut Ouro foi feito por um internauta identificado como Pedro Vanzella (veja aqui).
Durante a tarde de hoje, Vanzella postou um comunicado no seu blog, no qual afirma que o Orkut Ouro era uma "brincadeira".
"A brincadeira era simples. Convidamos todos os nossos amigos a adicionar imagens que diziam que requeriam uma conta num fictício "Orkut Ouro" para serem visualizadas. A intenção disso era simplesmente causar confusão entre nosso círculo de amigos, um trote inofensivo. Ninguém teve conta no Orkut nem sequer dinheiro roubado por causa da brincadeira", afirmou ele. "Obviamente nada disto é verdade. É tudo uma grande brincadeira."
Ele afirma ainda que "pedir usuário e senha foi apenas uma experiência com Engenharia Social, provando meu fato de que as pessoas não se importam com seus dados, desde que o prêmio pareça ser bom."
Vanzella também garante que não fez mau uso dos dados coletados. "Em momento algum eu abri um email que aparentasse conter uma senha, ou dos que abri por engano, não utilizei uma senha sequer. Deletei absolutamente todos os e-mails que vieram com contato para obter Orkut Ouro e não fiz nada dos dados."

FONTE: Folha Online