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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Brasileiro vê a tecnologia como aliada para resolver problemas do cotidiano

Pesquisa aponta que a função mais associada a ela é a ajuda para obter informações, seguida pela chance de manter contatos e apoio para o trabalho.

O brasileiro vê a tecnologia não como um instrumento para realização pessoal, mas sim como uma aliada para se entreter, manter contatos com as pessoas e resolver questões cotidianas as mais diversas, como acessar informações profissionais ou de serviços.

Não se trata, no entanto, de acreditar que os recursos tecnológicos possam solucionar todos os problemas de sociabilidade ou competitividade no mundo dos negócios. Essa é uma das constatações da pesquisa Estilos de Vida e Bem-Estar Individual, realizada pela empresa Market Analysis, que buscou entender como o brasileiro se relaciona com a tecnologia.


Encontrar informações

Segundo o estudo, a função mais associada à tecnologia é ajuda para obter informações (63%), seguida pela opção de que ela é um canal para manter contatos com família a amigos (57%) – esse percentual aumenta entre os adultos com idade entre 30 e 49 anos (65%). Para 52%, ela é uma fonte de entretenimento, índice que sobe para 67% entre os mais jovens.

O apoio para atividades profissionais é destacado por 44% dos entrevistados - entre os brasileiros com cargo de gerência, percentual sobe para 80%.


Finanças

Desdobrando os dados relacionados ao comportamento diante da tecnologia, o estudo também identificou que 44% dos brasileiros utilizam a internet para pesquisar e planejar suas finanças.

Essa prática sobe para 53% entre aqueles que estão no auge da vida profissional e que caminham para a aposentadoria (grupo com idades entre 50 e 59 anos).

Já o conjunto dos entrevistados com mais de 60 anos utilizam menos a web com esse fim – apenas 32%.

A pesquisa Estilos de Vida e Bem-Estar Individual foi realizada com 483 adultos com mais de 18 anos residentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre durante o mês de julho de 2009.


TAGS: Brasileiro, Tecnologia, Problemas

iPad e Google empurram migração para HTML 5

10 de fevereiro de 2010, 3:30

Apple não está sozinha na imposição do novo padrão HTML para substituir o Adobe Flash, deixando para trás ferramentas hoje populares. Com o abandono do IE6 pelo Google, o caminho agora é sem volta.

Por Raphael Monteiro Barboza

Mais importante do que o anúncio de que o Google não irá mais dar suporte ao Internet Explorer 6 em seus aplicativos online, é a quase imposição da Apple para que os usuários abracem o HTML 5.

Se você é desenvolvedor ou curioso sobre o assunto, é bom ficar atento. Veja aqui quais são as principais mudanças do HTML 5.

Além de dar adeus ao IE6, o Google também não vai mais aceitar versões antigas de outros navegadores, como Firefox e Safari – somente alguns serviços ficarão disponíveis, como Google Docs e Google Calendar.

Toda esta “revolução” teve efeito, oficialmente, após o Google ter sofrido o seu o maior ataque de hackers. A empresa cita a falta de segurança de navegadores como IE6. Este fator pode ser decisivo para a atualização dos navegadores, facilitando ainda mais a migração para o HTML 5.

Com o lançamento do iPad, se você ainda achava desperdício começar a aprender as novidades do HTML 5, agora pode ter certeza que será obrigatório.

Steve Jobs foi curto e grosso. O iPad não tem suporte ao Adobe Flash e deixou bem claro que a internet está migrando para o HTML 5. Supostamente, problemas no plugin do Adobe são fatores que levaram a decisão de não fornecer o suporte.

Enquanto isso, o Youtube anunciou recentemente que desenvolverá um novo player de vídeo compatível para a nova tag.

Aliás, não é de hoje que o Youtube tenta se colocar à frente dos demais em matéria de adoção de novas tecnologias (ou de abandono de plataformas antigas, como preferir).

Ano passado, o Youtube protagonizou uma campanha contra a utilização do IE6 da Microsoft, por exemplo.

Antes previsto para se popularizar somente no biênio 2011/2012, é muito provável que esse conjunto de fatores tragam o HTML 5 para bem perto de nós já agora em 2010. Caberá não somente aos desenvolvedores, mas também ao comportamento dos usuários. [Webinsider]

Fonte: http://webinsider.uol.com.br/2010/02/10/ipad-e-google-empurram-migracao-para-html-5/

TAGS: Ipad, Google, HTML 5

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Evangélicos querem que Microsoft mude o atalho para salvar documentos de CTRL+S para CTRL+J

Segundo o folhetim evangélico americano Moses Cradle Board News um abaixo assinado está circulando por diversas igrejas dos Estados Unidos pedindo para a Microsoft que a mudança da tecla de atalho para salvar documentos, o atual ctrl+s, mude para o ctrl+j.


A justifica dos evangélicos é que o J deve salvar, pois só Jesus Salva e também que o S é a letra inicial de Satã. “Há cada vez um número maior de evangélicos ingressando no mundo da informática e é interessante a personalização do produto para agradar esse nicho novo do mercado” explicou o consultor em informática Arnold Hadley.

Os líderes de diversas igrejas americanas defendem a mudança e afirmam que não se trata de fanatismo religioso. Segundo consta no trecho que justifica o abaixo assinado, a adoção da nova tecla de atalho significa “Uma homenagem ao Todo Poderoso e uma forma de lembrarmos, em nossos corações e reforçar em nosso subconsciente a importância de Jesus em nossas vidas”.

O reverendo Al Green apoiou a causa “Eu acredito que só Jesus salva e por isso a mudança é importante. Precisamos extinguir Satanás de nossas vidas, inclusive nas pequenas coisas” justificou.

Já para o diretor de relações públicas da Microsoft, Ronald Sailog, a história não condiz com a realidade, mas pode ser uma oportunidade de negócio “Eu não acredito realmente que eles pensem em uma ligação da Microsoft com Satã, é claro que o S é salvar. Mas nós analisaremos e talvez poderemos criar um versão gospel do Office, Já que há milhões de cristãos que utilizam computadores pessoais. É um mercado que não inclui somente evangélicos, e sim todos que acreditam em Jesus de alguma forma” relatou.

Por enquanto o abaixo assinado segue pelas igrejas, e uma posição oficial da Microsoft sobre a iniciativa popular só deve acontecer assim que o documento for recebido.

Fonte: http://bobagento.com/evangelicos-querem-que-microsoft-mude-o-atalho-para-salvar-documentos-de-ctrls-para-ctrlj/?cp=5#comments

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Steve Jobs x Google

Por Gustavo Xavier

Para mostrar aos nossos seguidores que somos totalmente imparciais com relação a tecnologia, abaixo segue uma matéria sobre as explicações de Tio Steve Jobs. 

Onde o mesmo diz que a Adobe não poliu o flash para o Mac, causando travamento nos navegadores Safari, e alfineta o google também dizendo que não acreditava que o Google fosse entrar no mercado com o celular Nexus One para tentar derrubar o Iphone. 

Já que  a Apple não entrou  no ramo dos sites de buscas, devido a uma parceria existente entre eles, que agora são inimigos. A guerra apenas começou, bom para nós consumidores. 

Vejam abaixo a matéria.

Em reunião interna na Apple, Steve Jobs detona lema do Google, chama Adobe de preguiçosa e fala sobre iPhones e Macs em 2010

A rivalidade entre o Google e a Apple está agora “oficializada”: numa reunião com seus empregados realizada no dia seguinte ao lançamento do Ipad, Steve Jobs detonou o lema “Don’t Be Evil” da gigante de Mountain View, caracterizando-o como uma “idiotice”.


 

Fontes que participaram do evento contaram à Wired.com que Jobs estava bastante decepcionado com o Google, pois a Apple não entrou no segmento de buscas, enquanto eles resolveram adentrar o negócio de telefones celulares — no qual já eram parceiros — com o Android e o Nexus One. “Esteja certo: o Google quer matar o iPhone. Nós não deixaremos que isso aconteça.”

Aproveitando o clima, Jobs também deu uma indireta na Adobe, chamando-a de “preguiçosa” por não polir o Flash para Mac. Ele confirmou que a Apple não oferece a tecnologia no iPhone devido a estabilidade, destacando que o Flash é nada mais nada menos que a maior fonte de travamentos no Safari para Mac. Jobs aposta que desenvolvedores aos poucos abandonarão o Flash em prol do HTML5, que já suporta transmissões de vídeo diretas sem a necessidade de plugins — vide novidades recentes do Youtube e do Vimeo.

O MacRumors completou a reportagem dizendo que a Apple planeja lançar atualizações para o iPhone que deixarão o Android e outros concorrentes comendo poeira, destacando que o smartphone, junto com o iPad e o Mac, são os produtos mais importantes com os quais Jobs já trabalhou. “O próximo update do iPhone será A+”, teria dito o CEO da Maçã.
Falando sobre a aquisição do Lala, Jobs disse que queria sua equipe trabalhando no iTunes. Além disso, afirmou que os Macs lançados em 2010 levarão a Apple “a um novo nível” e já descartou qualquer possibilidade breve sobre a implementação de Blu-ray, afirmando que seus softwares são “uma bagunça” e que a Apple prefere esperar as vendas bombarem antes de adotar o padrão.

Fonte: http://macmagazine.uol.com.br/2010/01/31/em-reuniao-interna-na-apple-steve-jobs-detona-lema-do-google-chama-adobe-de-preguicosa-e-fala-sobre-iphones-e-macs-em-2010/

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Mobilidade: Lançamento do Ipad

Por Gustavo Xavier

Após muitos dias de espera para o tão falado lançamento da Apple, depois de muito suspense finalmente chegou o dia e o Steve Jobs nos apresenta a sua mais nova linha de produtos Apple.

Confesso não estar nem um pouco surpreso com o lançamento do produto. Muitos devem estar se perguntando  "Mas porque, você já sabia o que ia ser?"

Respondendo as várias perguntas que vários dos nossos leitores devem ter se perguntado, não sabia e não tinha nem idéia de que seria o lançamento. Mas digo que não me surpreendeu nem um pouco pelo fato de ter sido um lançamento de algo nada inovador, como sempre não passou de muito "Merchan" para pouco produto.

Como sempre a Apple "enganando" seus usuários e seguidores com produtos sem qualidade nenhuma e muito menos com nada tão inovador quanto todos imaginam. No mercado já existem várias espécies de Ipad genéricos que fazem a mesma coisa e até mais coisas do que esse lançamento do seu Steve Jobs.

Pra mim mais uma vez não me surpreendeu em nada, assim como toda a sua linha de produtos, onde não posso falar da linha Mac, já que nunca tive contato com um e também nunca tive o prazer, ou quem sabe o "desprazer" de pesquisar ou até usar o sistema operacional e nem a máquina do seu Steve Jobs. Assim como o Iphone, que pra mim não passa de um celular da década de 90 que você pode usar os dedos.

Como sempre deixando a desejar aos amantes da tecnologia como eu. Quem sabe em versões futuras o mesmo num já venha com algo inovador.

Estarei colocando uma matéria sobre o lançamento do Ipad e mais abaixo algumas charges e brincadeiras feitas com o mesmo.

Se tiver algum Applemaníaco que seja nosso cliente, ou até mesmo leitor, tenho certeza que o mesmo nunca mais nos contratarão pra nada. ...rs...

Mas pode ficar tranquilo que temos um Applemaníaco na nossa empresa que é Bruno. Onde ele é o responsável pelos aplicativos da Apple e até a criação e desenvolvimento de aplicativos para o seu Iphone, Ipod e agora para o seu Ipad. Só entrar em contato conosco.

Abraços a todos.


Melhor esperar a versão 2.0

Sim, o iPad realmente pode revolucionar a forma como interagimos com os computadores. Mas Steve Jobs ainda não chegou lá.
André Julião e Hélio Gomes


Steve Jobs sabe jogar para a torcida como ninguém. Ao subir ao palco na quarta-feira 27, e anunciar um produto “realmente mágico e revolucionário”, o homem que enterrou a indústria fonográfica com o iPod e transformou o mundo da telefonia com o iPhone disse o que todos queriam ouvir. Há meses o mercado fervilhava com a expectativa do lançamento do tablet (híbrido entre celular e laptop, em definição simplista) da Apple. Jobs soube usar o vento a favor para encher os olhos dos usuários em um evento transmitido ao vivo pela internet e coberto por praticamente toda a imprensa mundial. Mas a euforia logo deu lugar ao espírito crítico – e aí os pontos fracos do iPad começaram a ser destrinchados.

Não há dúvida de que a máquina pode mudar nossa relação com os computadores. Simples de usar, ela lembra um iPhone gigante, com seu acabamento em alumínio polido e apenas um botão. Jobs não economizou na agressividade ao afirmar que o iPad chegou para tomar o lugar dos “netbooks baratos” e brigar com e-readers como o Kin­dle, sucesso da Amazon. Ele está certo. Editoras de livros, revistas e jornais apostam na venda de seu conteúdo na nova iBookstore da Apple. Analistas afirmam que, finalmente, estamos diante de uma plataforma capaz de transportar a experiência do papel para o mundo digital. Gigantes como Time Inc. e Condé Nast já preparam versões de títulos como “Wired”, “Vanity Fair” e “Sports Illustrated” na esperança de embarcar em um novo modelo de negócio e cobrar pelo acesso de seus leitores – manobra que pode fazer com que uma indústria em crise nos EUA dê a volta por cima.

Quanto às críticas, boa parte delas pode ser creditada à estratégia de lançamento do produto. Exímio negociante, Jobs sabe que um gadget em evolução constante pode ser um fator multiplicador de vendas – basta lembrar a história de outros “brinquedos” da Apple para confirmar tal constatação. É melhor, então, esperar a versão 2.0, que certamente será mais avançada. Por enquanto, o tablet usa o mesmo sistema operacional da versão mais recente do iPhone (OS 3.2), o que torna impossível abrir mais de um programa ao mesmo tempo. O problema deve ser corrigido com o lançamento prometido para breve do novo OS 4.0, mais uma fonte de lucro para Jobs. Também não há câmera embutida, o que impossibilita chats em vídeo e a gravação de imagens – empecilho a ser resolvido na segunda geração do iPad. Além disso, não existem entradas no formato USB ou para cartões de memória. A única opção é a clássica e limitada porta igual à do iPod. Por último, assim como o iPhone, o tablet não lê arquivos em Flash, formato praticamente universal de animação na internet. Ao que tudo indica, apenas mais um problema a ser logo resolvido. De qualquer forma, teremos de esperar até o início das vendas nos EUA, no final de março, para saber como o mercado receberá o iPad. Ele será comercializado em diferentes configurações de memória e conectividade (Wi-Fi e 3G) e os preços variam de US$ 499 a US$ 829. O resto do mundo terá de esperar até junho para colocar as mãos na novidade. Ainda não há confirmação de lançamento no Brasil.
 
 
Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/46461_MELHOR+ESPERAR+A+VERSAO+2+0



Gizmodo: dez coisas idiotas que estragam o iPad
Adam Frucci

Meu Deus, eu estou bem desapontado com o iPad. Ele é a tradução de um produto não-essencial e além disso ele tem algumas falhas críticas, absolutamente terríveis, que me farão olhar torto qualquer pessoa que resolva comprar um.



Moldura da tela grande e feia

Você viu a largura da moldura dessa coisa? Toma espaço demais! Eu sei que você não vai querer acidentalmente dar algum comando com o seu dedão enquanto estiver segurando o iPad, mas precisa usar tanta área útil?


Sem multitarefa

Isso é ridículo. Se essa coisa supostamente foi feita para substituir netbooks, como diabos não pode ter multitarefa? Você tá dizendo que eu não posso ouvir música enquanto digito um documento? Eu não posso deixar o meu aplicativo do Twitter aberto ao mesmo tempo que o meu navegador? Eu não posso ter um cliente de IM aberto ao mesmo tempo também? Você tá de sacanagem? Esse problema sozinho já garante que eu não vou comprar este produto.


Sem câmera

Não ter uma câmera na frente, para videoconferência e Skype é uma coisa. Mas não ter uma câmera atrás também? Por que diabos não? Eu não consigo imaginar o lado negativo de incluir pelo menos uma câmera. Será que esse bagulho não dá conta de segurar o iChat?


Teclado virtual

Quem apostou que a Apple revolucionaria os métodos de entrada em tablets quebrou a cara; este é o mesmo grande e feio teclado de touchscreen que nós já vimos em outros tablets, e a não ser que você esteja no sofá apoiando a coisa sobre os joelhos, vai ser um saco de usar.


O nome iPad

Ao menos nos EUA, choverão piadinhas sobre o Maxi pad. Várias delas.


Ausência de suporte a Flash

Não ter Flash é um pé-no-saco mas não é o fim do mundo no iPhone ou o iPod Touch. Mas em alguma coisa que supostamente deveria ser mais próxima de um netbook ou laptop? Isso deixará buracos grandes, horrorosos, em sites. E eu espero que você não dê bola para vídeo em streaming. A gente sabe que usuários casuais de internet não dão a mínima. Tipo Youtube, Hulu. Ninguém usa. NOT.


Adaptadores, adaptadores, adaptadores

Você acha o design do iPad clean, as linhas bonitas? Esqueça-as. Se você quiser plugar qualquer coisa nisso, como uma câmera digital, você precisará de vários tipos de adaptadores horrorosos. Você precisará de um adaptador ATÉ PARA USB, por Deus...


A tela não é widescreen

Filmes em widescreen perdem qualidade graças à tela de 4:3, de acordo com o site Blam, que assistiu a partes de Star Trek em um iPad. É como ter de novo uma TV 4:3!


Não dá suporte 3G

Claro, é "desbloqueado". Mas não funciona com a operadora T-Mobile (concorrente da At&T, que tem, pelo menos por ora, exclusividade no iPad) e ainda usa a tecnologia microSIMs, que literalmente mais ninguém usa.


Um "ecosistema" de aplicativos fechado

O iPad apenas roda aplicativos da App Store, a loja virtual da Apple. A mesma App Store que é notória por banir aplicativos, como o Google Voice, por nenhuma razão. Claro, netbooks não têm telas de toque, mas você pode instalar o software que quiser. Quer rodar um navegador diferente no seu iPad? Sinto muito.

Fonte:
http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI4232351-EI4801,00-Gizmodo+dez+coisas+idiotas+que+estragam+o+iPad.html

Agora estarei colocando algumas imagens que vi pela internet durante esses dias, por isso demorei a postar algo sobre o lançamento do mesmo, pois gosto primeiro de vê a repercurssão pra depois opinar sobre um determinado assunto.
 


Vídeo sobre Ipad desde 1987

A fórmula do Ipad

Como seria o iPad sem marketing?
por Felipe Zmoginski

Imagine como seria o keynote de Steve Jobs, há uma semana, sem as firulas e espumas do marketing? Um garoto americano identificado como Jack Douglas imaginou.

Em um keynote fictício, Jobs sobe ao palco e diz algo como, “Olá, pessoal. Em 2007 reinventamos o telefone. Em 2010, o que nós fizemos? Pegamos um iPod Touch e o fizemos maior”.

A apresentação ainda resume as funcionalidades do novo gadget da seguinte forma: faz tudo o que um iPod touch faz, só que custa mais caro e é mais inconveniente (pois não dá para carregar no bolso). Como mérito, ele cabe dentro de um envelope!

Outra personalidade já consagrada como comentarista de qualquer assunto é o líder nazista Adolf Hitler. Suas imagens no filme A Queda, com legendas jocosas, servem de mote a qualquer assunto.

No exemplo abaixo, ele fica indignado ao saber que o iPad não é multitarefa, nem tem suporta Flash. E olha que nem avisaram Hitler sobre a ausência de uma porta USB.